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	<title>Bruno Galera &#187; Cinema</title>
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		<title>The Limits of Control</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 20:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[The Limits of Control é o mais novo filme do diretor Jim Jarmusch. Cada enquadramento é uma obra de arte. O diretor de fotografia é Christopher Doyle, que tem biografia e currículo muitíssimo interessantes. Fez também o 2046, de Wong Kar Wai, &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2009/11/the-limits-of-control/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://brunogalera.com/wp-content/uploads/2009/11/MV5BMTg5NjQwOTAxNV5BMl5BanBnXkFtZTcwODE3OTA1Mg@@._V1._SX600_SY399_.jpg"><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px initial initial;" src="http://brunogalera.com/wp-content/uploads/2009/11/MV5BMTg5NjQwOTAxNV5BMl5BanBnXkFtZTcwODE3OTA1Mg@@._V1._SX600_SY399_-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://www.apple.com/trailers/focus_features/thelimitsofcontrol/">The Limits of Control</a> é o mais novo filme do diretor<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000464/"> Jim Jarmusch</a>. Cada enquadramento é uma obra de arte. O diretor de fotografia é Christopher Doyle, que tem <a href="http://www.filminfocus.com/focusfeatures/film/the_limits_of_control/castncrew?member=christopher_doyle">biografia e currículo muitíssimo interessantes</a>. Fez também o<a href="http://www.imdb.com/title/tt0212712/"> 2046, de Wong Kar Wai</a>, outro grande filme que fala mais pelas imagens do que pelo conjunto.</p>
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		<title>Nosferatu reloaded</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 16:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[alemão]]></category>
		<category><![CDATA[klaus kinski]]></category>
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		<category><![CDATA[werner herzog]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveitando o mote do último post, ontem assisti ao remake de Nosferatu feito pelo Herzog em 1979. Além de treinar meu ouvido nesses primeiros passos de aprendizado da língua alemã, pude notar algumas coisas interessantes. A primeira é que, mesmo &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2009/04/nosferatu-reloaded/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-121" title="nosferatu-adjani" src="http://brunogalera.com/wp-content/uploads/2009/04/nosferatu-adjani-300x275.jpg" alt="Isabelle Adjani tomou um calor do vampiro" width="300" height="275" /><p class="wp-caption-text">Isabelle Adjani tomou um calor do vampiro</p></div>
<p>Aproveitando o mote do último post, ontem assisti ao <a href="http://www.imdb.com/title/tt0079641/">remake de Nosferatu feito pelo Herzog em 1979</a>. Além de treinar meu ouvido nesses primeiros passos de aprendizado da língua alemã, pude notar algumas coisas interessantes.</p>
<p>A primeira é que, mesmo sendo personificado por um ator magistral (Klaus Kinski), o conde Orlock (já Drácula nessa versão) não deixa de parecer caricato na versão colorida. A intenção sempre foi fazer um vampiro mais digno de pena do que rodeado de glamour, mas dispensando o preto-e-branco o diretor correu o risco de nos mostrar um personagem menos assustador. É o que acontece, especialmente no primeiro encontro de Jonathan Harker com o monstro: a cena mais aterradora da versão original fica diluída como se fosse apenas mais um take qualquer.</p>
<p>Uma explicação para essa sensação, além da utilização do filme colorido, é o fato de que Klaus Kinski é um anão perto de Max Schreck. Fisicamente, fica impossível ele obter um resultado <a href="http://hennie.wikispaces.com/file/view/Nosferatu.jpg">assim</a>. Umas tomadas de baixo para cima ajudariam, mas ao ficar ao lado do seu antagonista, o vampiro parece apenas um tiozinho mal vestido.</p>
<p>A outra coisa, que salva o filme de ser apenas um remake passo-a-passo, diz respeito à coragem do mesmo diretor em experimentar com cenas absolutamente novas. Como no <a href="http://www.imdb.com/title/tt0103874/">Drácula de Coppola</a>, aqui há passagens absolutamente perturbadoras que apelam para psicodelia, pura e simplesmente. O banquete rodeado de ratos na cidade entregue à peste ficará grampeado com uma estaca no meu cérebro por anos (procurarei um vídeo ou foto para ilustrar), assim como <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AxE4yITfRLo&amp;feature=PlayList&amp;p=21BEFB3C4D488040&amp;playnext=1&amp;playnext_from=PL&amp;index=31">a abertura</a>.</p>
<p>Decididamente, uma experiência à parte e que deve ser conferida. Ainda estou para ver um filme ruim do Herzog, e ainda não foi esse.</p>
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		<title>Sombra do vampiro</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 13:39:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[expressionismo alemão]]></category>
		<category><![CDATA[nosferatu]]></category>
		<category><![CDATA[shadow of the vampire]]></category>
		<category><![CDATA[vampiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de querer muito, ainda não tinha assistido Shadow of the Vampire. Ontem, com uns créditos começando no Telecine Cult, vi John Malkovich seguido de Willem Dafoe e pensei: maior elenco, Jesus Cristo, que diabos é isso? E dei a &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2009/03/sombra-do-vampiro/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-112" title="Shadow of the Vampire" src="http://brunogalera.com/wp-content/uploads/2009/03/2001_shadow_of_the_vampire_001-300x200.jpg" alt="Bela Lugosi temeria muito." width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Bela Lugosi temeria muito.</p></div>
<p>Apesar de querer muito, ainda não tinha assistido <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shadow_of_the_Vampire">Shadow of the Vampire</a>. Ontem, com uns créditos começando no Telecine Cult, vi <em>John Malkovich </em>seguido de <em>Willem Dafoe</em> e pensei: <em>maior elenco, Jesus Cristo, que diabos é isso?</em> E dei a sorte de pegar do início.</p>
<p>A idéia toda foi rodar um filme sobre um filme. Fosse só isso, a coisa poderia parecer meio narcisista demais, mas o tempero fatal que torna tudo tão interessante e assustador é bem simples: assume-se, em dado momento da projeção, que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Max_Schreck">Max Schreck</a> seja não apenas um ator que se entrega ao seu personagem, mas provavelmente um vampiro de fato. Isso é dito várias vezes em entrelinhas e mais diretamente em confissões do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/F._W._Murnau">F.W. Murnau</a> interpretado por Malkovich (fora de si, como de praxe).</p>
<p>O efeito é tão impactante que me fez querer ir direto à <a href="http://en.wikipedia.org/">Wikipedia</a> procurar indícios de coisas sombrias relacionadas à filmagem do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nosferatu">Nosferatu</a> original. E nada. Aparentemente, a única motivação de cogitar o sobrenatural é a personificação magistral obtida por Schreck, um ator de relativo renome à época (e não um desconhecido excêntrico como pintado no filme).</p>
<p>Como nos grandes livros, Shadow of the Vampire habita a mente mesmo depois que terminamos de consumi-lo. Vou insistir que alguém realmente deve ter ficado eternamente perturbado por tomar parte numa história tão assustadora. Evocarei histórias de outras produções que quase arruinaram vidas (<a href="http://www.imdb.com/find?s=all&amp;q=apocalypse+now&amp;x=0&amp;y=0">Apocalypse Now</a>, <a href="http://www.imdb.com/title/tt0068182/">Aguirre</a>) e negarei argumentos racionais até o fim em nome do horror. Mesmo que seja simplesmente inventado.</p>
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		<title>Anotações do deserto</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 12:48:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Elocubrações aleatórias]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
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		<category><![CDATA[lawrence da arábia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um filme de quarenta anos atrás que expressa conflitos absolutamente contemporâneos, Lawrence da Arábia valeria só pelas paisagens e a atuação absolutamente fora de série de Peter O&#8217;Toole, encarnando com perfeição a bizarrice do personagem com toques de androginia &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2009/03/anotacoes-do-deserto/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85" class="wp-caption aligncenter" style="width: 421px"><img class="size-full wp-image-85" title="Lawrence da Arábia" src="http://brunogalera.com/wp-content/uploads/2009/03/lawrence-of-arabia-19.jpg" alt="&quot;Ano do Brasil na França é pra lá&quot;." width="411" height="186" /><p class="wp-caption-text">&quot;Ano do Brasil na França é pra lá&quot;.</p></div>
<p>Mais um filme de quarenta anos atrás que expressa conflitos absolutamente contemporâneos, Lawrence da Arábia valeria só pelas paisagens e a atuação absolutamente fora de série de Peter O&#8217;Toole, encarnando com perfeição a bizarrice do personagem com toques de androginia e loucura que impressionam até hoje. A afetação, a sede de sangue adquirida pelos feitos de guerra impensáveis e o mistério da obsessão pelo deserto formam a tríade que conduz o filme muito além do simples registro de um importantíssimo momento histórico.</p>
<p><a href="http://www.tcm.com/mediaroom/index.jsp?cid=21891">Mas é um diálogo entre Lawrence e o príncipe Feisal (Anthony Quinn)</a> que não sai mais da minha cabeça e que, eventualmente, serve para baixar a bola de quem tem essa mania de exaltação da miséria alheia (mito do bom selvagem pós-moderno). Quando surgiu no filme, lembrei direto do movimento <em>favela chic</em>, de filósofos celebrando a ruína da sociedade brasileira como <em>mistura perfeita de povos</em>, etc, etc.</p>
<p>Imagino que para certos intelectuais que usam gravata borboleta, ouvir alguém dizendo que <em>deserto é um lixo, nós árabes amamos água e verde por todo o lado </em>seja tão impactante quanto descobrir que, no Brasil, <strong>ninguém gosta de morar numa favela</strong>.</p>
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		<title>Sobre cinema</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 14:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[berlim]]></category>
		<category><![CDATA[oscar]]></category>

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		<description><![CDATA[Andava afastado dos escritos do Kleber Mendonça Filho. Sempre achei o CinemaScópio o melhor site sobre cinema do Brasil, mas fiquei um longo tempo sem acessar. Agora ele tem um blog que, aparentemente, passou de um espaço temporário sobre Cannes &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2009/02/sobre-cinema/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Andava afastado dos escritos do Kleber Mendonça Filho. Sempre achei o <a title="CinemaScópio" href="http://www.cinemascopio.com.br">CinemaScópio</a> o melhor site sobre cinema do Brasil, mas fiquei um longo tempo sem acessar. Agora <a href="http://cinemascopiocannes2008.blogspot.com/">ele tem um blog</a> que, aparentemente, passou de um espaço temporário sobre Cannes para o local definitivo de publicações de resenhas e reportagens.</p>
<p>A recente cobertura do festival de Berlim foi excelente e, <a href="http://cinemascopiocannes2008.blogspot.com/2009/02/oscar-sarau.html">o post sobre o Oscar</a>, impagável. Raro achar um crítico com voz própria e algum sentido no que diz, mesmo que seja para se discordar.</p>
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		<title>Através da chuva</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 11:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[clássicos]]></category>
		<category><![CDATA[midnight cowboy]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem revi Midnight Cowboy. Que puta filme. O mais impressionante ainda é o fato dele ter sido feito há quarenta anos. Eu acho ousado até hoje, imagina no fim da década de 60. Lembrei que, ao assistir pela primeira vez, &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2009/02/atraves-da-chuva/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39" class="wp-caption aligncenter" style="width: 356px"><img class="size-full wp-image-39" title="midnightcowboy" src="http://brunogalera.com/wp-content/uploads/2009/02/midnightcowboy.jpg" alt="RATSO = maior personagem da história do cinema." width="346" height="400" /><p class="wp-caption-text">RATSO = maior personagem da história do cinema.</p></div>
<p>Ontem revi <a title="Midnight Cowboy no IMDB" href="http://www.imdb.com/title/tt0064665/">Midnight Cowboy</a>. Que puta filme. O mais impressionante ainda é o fato dele ter sido feito há quarenta anos. Eu acho ousado até hoje, imagina no fim da década de 60.</p>
<p>Lembrei que, ao assistir pela primeira vez, num VHS surrado tirado da videoteca da faculdade, achei meio idiota. <em>Hm, um cara vem do interior e vira garoto de programa e o filme acaba</em>. Meses depois, discutindo com outras pessoas, fui pouco a pouco percebendo a intensidade da história, principalmente o vínculo fraterno que une os dois protagonistas.</p>
<p>Tem filmes e livros que até podem ser lidos quando somos mais jovens, mas que certamente precisam de uma revisão mais tarde. Já descobri lixos horrendos que considerei geniais no passado, mas o gosto de uma obra-prima só melhora com a passagem do tempo. Midnight Cowboy é um exemplo perfeito, que certamente apreciarei com prazer redobrado daqui mais uma década.</p>
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		<title>How much for your children?</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2007 22:53:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[www.youtube.com/watch?v=l8bKxdPaXVc Umas das minhas cenas favoritas de um dos meus filmes favoritos, em todos os tempos. Jamais canso de revê-lo. Fãs como eu devem adquirir o DVD, onde o Dan Aykroyd explica, entre outros, seu roteiro de CENTO E OITENTA &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2007/03/how-much-for-your-children/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=l8bKxdPaXVc">www.youtube.com/watch?v=l8bKxdPaXVc</a></p>
<p>Umas das minhas cenas favoritas de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0080455/">um dos meus filmes favoritos</a>, em todos os tempos. Jamais canso de revê-lo.</p>
<p>Fãs como eu devem adquirir o DVD, onde o Dan Aykroyd explica, entre outros, seu roteiro de CENTO E OITENTA PÁGINAS para uma comédia e como foi feita <a href="http://www.youtube.com/watch?v=yNzDOA0y7C0">a maior cena de perseguição e destruição de carros da história de Hollywood</a>. No primeiro segundo eu já começo a gargalhar de forma demente.</p>
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		<title>Uma inteira</title>
		<link>http://brunogalera.com/2007/02/uma-inteira/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Feb 2007 01:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Fiz as pazes com o cinema, depois de um bom período de afastamento. Nas últimas duas semanas, vi mais filmes do que nos dois meses anteriores. Algumas rápidas impressões: Babel: Iñarritu parece estar com a leve impressão de dominar todos &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2007/02/uma-inteira/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz as pazes com o cinema, depois de um bom período de afastamento. Nas últimas duas semanas, vi mais filmes do que nos dois meses anteriores. Algumas rápidas impressões:</p>
<p><strong>Babel:</strong> Iñarritu parece estar com a leve impressão de dominar todos os fenômenos do universo. Desde Amores Perros, o que era um temperinho barato de teoria do caos começou a virar uma obsessão um tanto patológica.  É claro que se pode  trabalhar num nível metafórico bastante simples para explicar a correlação dos seus personagens. Mas a impressão que me deixa é que ele não vai sossegar enquanto não mostrar que um espirro seu pode afogar 82 crianças na Malásia. E ele quer que você chore muito quando descobrir isso.</p>
<p>No mais, a atuação do Brad Pitt é constrangedora. Certamente é o pior desempenho dele em todos os tempos. Para salvar a bomba de auto-comiseração, a mama mexicana consegue transmitir um mínimo de naturalidade. As crianças são bastante impressionantes, também. Outro mérito é a trama japonesa não parecer com um rascunho hollywoodeano de cinema japonês. Daria um ótimo filme, isoladamente.</p>
<p><span style="font-weight: bold">Pequena Miss Sunshine:</span> personagens cativantes num estilo para ensinar ao Oscar. Não é preciso ser uma figura histórica ou babar para ser interessante. Diálogos afiadíssimos, um velho em chamas 100% da projeção e uma seqüência final de catarse coletiva. Fora isso, é esteticamente formidável, o que não é surpresa vindo de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jonathan_Dayton_and_Valerie_Faris#Videography">um casal diretor de clipes impressionantes</a>.</p>
<p><span style="font-weight: bold">Apocalypto:</span> Predador. O Último dos Moicanos. Moral e mitos cristãos. <span style="font-weight: bold">Um rosto sendo mastigado por uma pantera. Em close.</span></p>
<p><span style="font-weight: bold">Só Deus Sabe:</span> nas mãos de um diretor brasileiro, provavelmente seria um fiasco. No entanto, esse misto de road movie com romance de rito de passagem se sai bastante bem com a direção de Carlos Bolado (mais um mexicano coordenando). Algumas paisagens excelentes do México e nenhuma atuação constrangedora. A trilha sonora é excelente, mesclando Interpol com cânticos de umbanda. Se puxaram na seleção.</p>
<p><span style="font-weight: bold">O Labirinto do Fauno:</span>  acho que terei que <a href="http://ranchocarne.org/blog/?p=152">concordar com o Daniel</a>. É um dos filmes mais tristes que vi na minha vida. Saí muito perturbado da sessão. É muito cruel e ao mesmo tempo insuportavelmente belo. A fantasia como escapismo para situações terríveis aniquila na mesma medida em que estimula. Essa perplexidade não deveria ser permitida.</p>
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		<title>Morri e jamais voltarei</title>
		<link>http://brunogalera.com/2006/11/morri-e-jamais-voltarei/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2006 22:20:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Isso é engraçado]]></category>

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		<description><![CDATA[Um trecho da crítica do Kleber Mendonça Filho sobre o filme Sonhos e Desejos: Felipe Camargo é um professor universitário que luta contra o regime não apenas lançando idéias na sala de aula, mas também como guerrilheiro. Ele tem uma &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2006/11/morri-e-jamais-voltarei/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um trecho da <a href="http://cf.uol.com.br/cinemascopio/criticasf.cfm?CodCritica=1347">crítica</a> do <a href="http://cf.uol.com.br/cinemascopio/">Kleber Mendonça Filho</a> sobre o filme <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/sonhos-e-desejos/sonhos-e-desejos.asp">Sonhos e Desejos</a>:</p>
<blockquote><p>Felipe Camargo é um professor universitário que luta contra o regime <strong>não apenas lançando idéias na sala de aula, mas também como guerrilheiro</strong>. <strong>Ele tem uma namorada</strong> (Mel Lisboa), <strong>fascinada com a idéia de guerrilha</strong> mas, <strong>suspeita-se</strong>, apenas uma burguesinha entediada. E eis que seu namorado e <strong>mentor</strong> arranja algo para ela fazer: <strong>cuidar de um tipo Malhação</strong> (Sérgio Marrone),<strong> na verdade, um bailarino (ed: péssimo)</strong> ferido na mão numa ação recente, um companheiro de causa.<strong> Há referências dolorosas a Nijinsky</strong>.</p></blockquote>
<p>Parece ser a maior bomba. Verei.</p>
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		<title>Vinil</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Oct 2006 18:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois filmes excelentes que recentemente passaram pelos cinemas: Café da Manhã em Plutão e A Lula e a Baleia. Neil Jordan é quase sempre garantia de uma boa sessão. Foi responsável pela primorosa adaptação de The Butcher Boy, livro do &#8230; <a href="http://brunogalera.com/2006/10/vinil/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois filmes excelentes que recentemente passaram pelos cinemas: <a href="http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/breakfast-on-pluto/breakfast-on-pluto.asp">Café da Manhã em Plutão</a> e <a href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=1763">A Lula e a Baleia</a>.</p>
<p><img id="image1080" alt="Breakfast On Pluto" src="http://brunogalera.com/wp-content/uploads/2006/10/breakfast.jpg" /></p>
<p><a href="http://imdb.com/name/nm0001403/">Neil Jordan</a> é quase sempre garantia de uma boa sessão. Foi responsável pela primorosa adaptação de <a href="http://imdb.com/title/tt0118804/">The Butcher Boy</a>, livro do <a href="http://books.guardian.co.uk/authors/author/0,,-201,00.html">Patrick McCabe</a>. Em Café da Manhã em Plutão ele aproveita uma história do mesmo autor e dá mais uma pincelada no panorama da Irlanda entre os anos 60 e 70.</p>
<p><a href="http://imdb.com/name/nm0000876/">Noah Baumbach</a> escreveu a história de <a href="http://imdb.com/title/tt0362270/">A Vida Marinha Com Steve Zissou</a>. A Lula e a Baleia traz ecos do estilo de <a href="http://imdb.com/name/nm0027572/">Wes Anderson</a>, investindo um pouco menos em deleite estético e mais naquela melancolia que acaba causando mais risadas do que lágrimas.</p>
<p><img alt="The Squid And The Whale" id="image1081" src="http://brunogalera.com/wp-content/uploads/2006/10/the_squid_and_the_whale_01.jpg" /></p>
<p>Baumbach e Jordan não têm nada em comum, mas selecionaram trilhas sonoras definitivas para seus trabalhos. Enquanto o primeiro optou principalmente por música folk com acentos ripongas (<a href="http://www.lwiii.com/">Loudon Wainwright</a>, <a href="http://www.bertjansch.com/">Bert Jansch</a>), o outro recolheu uma coleção que vai de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/T._Rex_(band)">T.Rex</a> a <a href="http://www.history-of-rock.com/santo_and_johnny.htm">Santo e Johnny</a>.</p>
<p>Nos dois casos, a prova de que botar algo para tocar em determinada cena pode extrapolar em muito o que as imagens sugerem. Essa sensibilidade de pegar um disco e apertar play <strong>sabendo o que se está fazendo</strong> me assusta.</p>
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