Fiz uma incursão incidental na Feira do Livro ontem. Fui comprar um presente prum amigo depois do trabalho, e me deparei com todas aquelas barracas no meio da Praça da Alfândega. Esqueci que já tinha começado.
A julgar pelo que vi, visitar o local à noite é uma boa medida. O movimento estava bastante tolerável. Depois das 19h.
Num blitzkrieg favorável, consegui arrematar quatro títulos por apenas 20 reais nos balaios. Acho que dei sorte, porque o Morris West e aquela coleção da capa azul com todos os escritores clássicos que todo mundo já comprou pelo menos uma vez continuam dominando tudo. Levei Morte Em Pleno Verão, do Yukio Mishima, Mao II, do Don DeLillo e Fogo Pálido, do Nabokov (com capa dura).
Não cogito que se repita.
Na banca da AJR tem uns livros muito bons, novos, por treze reais. Te desafio a não comprar pelo menos dois deles.
Ei estou aqui pra conhecer seu blog
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Aproveita e fala uma viagem de trem pelos cantos de MInas…( ligue o som ok?)
Bjs
não falha. todo ano começa a feira e todo mundo reclama como são os mesmos livros de sempre, como não há nada de interessantes nos saldos, blah, blah, blah. e no fim, todos deixam algumas centenas de reais por lá em vários livros deveras interessantes.
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Não vou na Feira do Livro desde 2003.
Hahahaha. Solon transtornado.
Sempre sou cético e crítico com a Feira. Acho que faz bem. O que não me impede de sempre arrematar alguma coisinha. Mais pela facilidade de ter tudo ali junto do que pela qualidade dos acervos em si.
Falando nisso, a Beco dos Livros da Andradas está praticando os 20% de desconto em livros novos com muita organização e calmaria. Deve ser tema de post em breve.
Post no PAlegre, por favor. :P
Bah, eu só encontrei Danielle Steel nos balaios.
Pelo menos me deparei com o TAZ do Hakim Bey por 4,80. Parece que tem um porto-alegrense irritado com a exploração da Conrad por aí.
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