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	<title>Comments on: Calavera</title>
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		<title>By: Jousi</title>
		<link>http://brunogalera.com/2005/12/calavera/comment-page-1/#comment-5570</link>
		<dc:creator>Jousi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2005 16:44:47 +0000</pubDate>
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		<description>As exposições, sejam em museus ou bienais, ao meu entender não merecem mais uma análise quanto a ser arte ou não. Vale o registro histórico da representação que alcançam. E, lamento, mas ao menos as obras dos Armazéns do Cais estavam pobres quanto a esse papel. Sim, tinham algumas interessantes, mas a ponto de surpreender muito poucas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As exposições, sejam em museus ou bienais, ao meu entender não merecem mais uma análise quanto a ser arte ou não. Vale o registro histórico da representação que alcançam. E, lamento, mas ao menos as obras dos Armazéns do Cais estavam pobres quanto a esse papel. Sim, tinham algumas interessantes, mas a ponto de surpreender muito poucas.</p>
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		<title>By: Daniel</title>
		<link>http://brunogalera.com/2005/12/calavera/comment-page-1/#comment-5569</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2005 05:40:22 +0000</pubDate>
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		<description>Vi uma exposição do melhor da arte contemporânea brasileira no MAC, domingo passado. Tinha de tudo, mas o melhor era uma instalação que era simplesmente a projeção ininterrupta de um vídeo com o indivíduo mais homossexual do planeta cantando emocionadamente a música mais homossexual do planeta (alguma canção em inglês que tinha &quot;movie star&quot; na letra), num movimento lento de close, com um efeito de AURA NEON ao redor do sujeito. Fiquei 10 minutos em transe olhando praquilo.

Tinha também uma mesa com um vaso de rosas e um estojo de canetinhas. As pessoas arrancavam uma pétala de rosa, escreviam algo nela e largavam em cima da mesa. Só que isso vinha acontecendo há dias, então tinha uma crosta de folhas podres e em diferentes níveis de decomposição. As palavras que mais encontrei nas pétalas foram &quot;paz&quot; e &quot;cu&quot;.

Tinha vários lances massa. Lembro de uma gravura em especial, mas esqueci o nome do artista.

E tinhas uns lixos completos, como um boneco ridículo subindo uma parede e uma mesa de escritório com computador e tudo mais, isolada por uma fita (SÓ ISSO), e uma mesa cheia de alimentos diversos que estavam lá apodrecendo há dias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vi uma exposição do melhor da arte contemporânea brasileira no MAC, domingo passado. Tinha de tudo, mas o melhor era uma instalação que era simplesmente a projeção ininterrupta de um vídeo com o indivíduo mais homossexual do planeta cantando emocionadamente a música mais homossexual do planeta (alguma canção em inglês que tinha &#8220;movie star&#8221; na letra), num movimento lento de close, com um efeito de AURA NEON ao redor do sujeito. Fiquei 10 minutos em transe olhando praquilo.</p>
<p>Tinha também uma mesa com um vaso de rosas e um estojo de canetinhas. As pessoas arrancavam uma pétala de rosa, escreviam algo nela e largavam em cima da mesa. Só que isso vinha acontecendo há dias, então tinha uma crosta de folhas podres e em diferentes níveis de decomposição. As palavras que mais encontrei nas pétalas foram &#8220;paz&#8221; e &#8220;cu&#8221;.</p>
<p>Tinha vários lances massa. Lembro de uma gravura em especial, mas esqueci o nome do artista.</p>
<p>E tinhas uns lixos completos, como um boneco ridículo subindo uma parede e uma mesa de escritório com computador e tudo mais, isolada por uma fita (SÓ ISSO), e uma mesa cheia de alimentos diversos que estavam lá apodrecendo há dias.</p>
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		<title>By: träsel</title>
		<link>http://brunogalera.com/2005/12/calavera/comment-page-1/#comment-5568</link>
		<dc:creator>träsel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2005 05:05:11 +0000</pubDate>
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		<description>não fui à bienal. shame on me.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não fui à bienal. shame on me.</p>
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