Calavera

por Bruno Galera

Hoje terminei de ver o que me interessava na Bienal. Fomos lá às 9 da manhã, não havia absolutamente ninguém até umas 11. Perfeito.

Muita coisa me agradou. Mais do que em todas as edições. Gosto do Amilcar de Castro. Gostei de uma pintura da Sandra Cinto e mais algumas coisas que não anotei o nome.

A sensação de estar dentro do museu vazio, instalação da dupla russa Ilya & Emilia Kabakov, é indescritível. É uma idéia simples e aterradora.

Todas as críticas que li em blogs e jornais citando o fato de “não ser arte” o que é exposto nas bienais nivelam-se à opinião da Martha Medeiros sobre o assunto. Seria só uma pena, se não fosse preocupante.