Valhacouto de papalvos

SR. ENÉAS – Sr. Presidente, caros colegas, brasileiros de todos os cantos, de todas as classes, credos e raças, em 1989, 14 anos atrás, decidi entrar no cenário político nacional. E por que assim decidi? Preocupava-me sobremodo o destino da nossa Pátria, espoliada, dessangrada secularmente por um Poder alienígena monstruoso que, tal o Octopus de Júlio Verne, estende os seus tentáculos e lhe sugando as
entranhas.

(…)

SR. ENÉAS – Sou diplomado em Medicina, Ciências Exatas, Matemática e Física, especialista e professor de Cardiologia. Educador há 4 décadas, de todos os níveis, do primário à pós-graduação, já ensinei Português, Matemática, Biologia, Química, Física, Fisiologia Médica, Semiologia Médica, Cardiologia e, nos últimos 30 anos, Eletrocardiografia para mais de 25 mil médicos/alunos apenas no eixo Rio/São Paulo. Fiz razoáveis incursões no terreno das Ciências Humanas, tendo lido centenas de obras de Filosofia, Sociologia, Psicologia, Estruturalismo, Lingüística, Paleoantropologia, Direito Constitucional, Teoria do Estado, Macroeconomia e, como refrigério do espírito, História, Cibernética e Astrofísica.

Eu precisava publicar isso, sem o menor sentido. Enéas completamente em chamas.

E, deus do céu, esse site do PRONA. É começar pela palavra do presidente pra nunca mais dormir chorando, rindo e enlouquecendo.

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0 Responses to Valhacouto de papalvos

  1. Bruno Galera says:

    hsafhgsasadjdsh

    O link “artigos publicados” leva direto pra cartilha O BRASIL EM PERIGO.

  2. Vivi says:

    Putz…Não conseguí me conter: Eneas é realmente o alter ego do Macaco Louco!

  3. Mojo says:

    “semiologia médica” não é nada esquisito, na verdade. a semiótica é a filha maconheira da semiologia médica, que são (grosso modo) os procedimentos de análise dos sintomas para chegar a um diagnóstico clínico.

    li duas vezes todos os discursos, QUERO MAIS, EXIJO MAIS.

  4. Vitor says:

    Uma tia minha foi aluna do Enéas. Parece que ele só dava aula com o ar condicionado no máximo. “Não existe inteligência nos trópicos!”, era o que ele dizia.

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  6. Pingback: Filisteu

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